SRE a marcar gerações  – fevereiro de 2015

Os alunos surdos e
a EB23 dos Louros


APRESENTAÇÃO

A Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos dos Louros perfaz 25 anos de vida e funciona nas atuais instalações desde outubro de 2000, embora as suas raízes remontem ao ano de 1983. Na atualidade, serve uma comunidade com 565 alunos, 109 dos quais com necessidades educativas especiais, em consonância com a sua história de integração educativa.

Num contexto de escola inclusiva, a EB23 dos Louros foca-se na resposta à diversidade e às necessidades de todos os alunos, pelo que – enquanto Escola de Referência para a Educação Bilingue de Alunos Surdos (EREBAS) nos 2.º e 3.º ciclos de escolaridade – a sua intervenção de longo prazo é conhecida e reconhecida, com aprendizagens subsidiárias pelos alunos ouvintes.

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Videograma sobre a intervenção com os alunos surdos

INTERVENÇÃO

Intervenção com os alunos surdos

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Língua Gestual Portuguesa (LGP)
A Língua Gestual Portuguesa é reconhecida pela Constituição Portuguesa, onde se refere que na realização da política de ensino incumbe ao Estado “Proteger e valorizar a língua gestual portuguesa enquanto expressão cultural e instrumento de acesso à educação e da igualdade de oportunidades”. Conforme preconizado na legislação, a LGP deve ser a primeira língua dos surdos, pois é a única acessível nos primeiros anos de vida, o que não retira a importância da Língua Portuguesa como suporte fundamental da criança surda na sua relação com o mundo ouvinte.

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20 alunos surdos (2014/2015)
Total do 2.º ciclo: 11 alunos
– 5.º ano – 5 alunos
– 6.º ano – 6 alunos
Total do 3.º Ciclo: 9 alunos
– 7.º ano – 0 alunos
– 8.º ano – 8 alunos
– 9.º ano – 1 aluno

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Percurso escolar
Os alunos surdos dos 5.º, 6.º e 8.º anos beneficiam das aulas teóricas em pequeno grupo ou subturma, em cumprimento da lei, com o percurso escolar feito em turmas de surdos, de forma a usufruírem de um ensino mais direcionado para as suas necessidades educativas, tendo em vista o desenvolvimento da língua gestual portuguesa como primeira língua e a promoção de competências específicas nas várias disciplinas curriculares. No 9.º ano, o aluno frequenta as aulas na turma bilingue, nas disciplinas de cariz teórico, com a presença da intérprete de LGP que assegura as traduções e interpretações.

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Recursos humanos específicos
Para além dos docentes das disciplinas curriculares, no âmbito da educação de surdos, trabalham outras pessoas:
– Uma docente de LGP leciona aulas para alunos surdos e para alunos ouvintes;
– Duas intérpretes de LGP colaboram nas aulas e em atividades de toda a Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos;
– Uma docente de Educação Especial desenvolve a intervenção diferenciada para consolidação de conhecimentos;
– Uma técnica superior das Ciências de Educação, com formação na terapia da fala, faz intervenção direta na área da comunicação (compreensão auditiva e expressão oral).

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“Música e Surdez” em projeto
Partindo do pressuposto de que os alunos surdos são capazes de entender e praticar as bases fundamentais da organização musical, foi criado, desde o ano letivo 2012-2013, o projeto “Música e Surdez”. Esta experiência está direcionada para a fundamentação e perceção de todo o envolvimento dos alunos surdos nesta área, em que manifestam dificuldades naturais.
 

SAIBA MAIS

EB23 dos Louros
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« Sons da escola

Faixa 1
Gilberta Camacho, presidente do Conselho Executivo
– 25 anos como escola inclusiva
– A dinâmica de subturmas
– Os pais dos alunos ouvintes
– A comunidade educativa e os alunos com necessidades especiais
– A ligação com outras instituições
– O futuro da EB23 dos Louros

Faixa 2
Irene Gouveia, professora de Educação Especial
– O papel do professor de Educação Especial
– A LGP no currículo dos alunos surdos
– A intervenção com os alunos surdos e as suas famílias

Faixa 3
Cristina Ramos e Susana Gomes, professoras de Educação Física
– O par pedagógico nas aulas de EF
– A preparação e a intervenção nas aulas
– A comunicação entre ouvintes e surdos
– O docente de EF e a formação em LGP
– As dinâmicas de grupo e interajuda entre alunos

Faixa 4
Lurdes Perdigão, técnica superior de Ciências da Educação
– O trabalho da comunicação (compreensão/expressão)
– A formação e o apoio aos docentes
Joana Vieira, intérprete de Língua Gestual Portuguesa
– O dia a dia na escola e a presença na sala de aula
– A LGP como língua materna dos alunos surdos
– A colaboração em atividades da SRE

Faixa 5
Carina Correia, professora de Língua Gestual Portuguesa
– Os alunos, a família, a escola e a LGP
– A abordagem da LGP com ouvintes e com surdos
– A integração entre alunos surdos e ouvintes
Margarida Silva dos Santos, aluna surda de LGP
– A relevância da LGP para a aluna
– Os pais e a LGP

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Escola e Comunidade
Parcerias, projetos

APRESENTAÇÃO

Clube Cinema | Ensino Dual | Atividade Socialmente Útil | Clube Viver a Vida | Escola Segura

A relação entre a escola e a comunidade, com as suas parcerias e os seus projetos, foi objeto do VIII Ciclo de Boas Práticas, iniciativa da Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos (SRE) cujos vídeos estão agora publicados. Organizados pela Direção Regional dos Recursos Humanos e da Administração Educativa (DRRHAE), os ciclos têm decorrido em diferentes escolas da Madeira com videoconferência para o Porto Santo.

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Os ciclos…
7 escolas de acolhimento
8 temas discutidos
40 preletores convidados
1650 participantes ativos

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Videograma da abertura


PROJETOS

Contexto do VIII Ciclo
DRRHAE
Eduardo Alves & Paulo Renato (moderadores)
Videograma

“Clube Cinema”
Escola Secundária de Jaime Moniz
Luis Miguel Jardim (docente/coordenador)
Videograma

“Ensino Dual”
Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Caniço
Artur Pereira (coordenador do projeto)
Videograma (aos 7:12)
PDF

“Atividade Socialmente Útil como forma de ativação social e comunitária”
Núcleo Local de Inserção do Serviço Local de S.S. da Ponta do Sol
Mariana Sobreiro (assistente social/coordenadora)
Videograma
PDF

“Clube Viver a Vida”
Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos Dr. Horácio Bento de Gouveia
Alda Matos (docente/coordenadora)
Videograma
PDF

“Escola Segura”
Polícia de Segurança Pública
Luís Telo (chefe da PSP e coordenador do projeto)
Videograma
PDF

Discussão participada
Videograma


SAIBA MAIS

O Fórum de Administração e Gestão Escolares, na Internet, contém o repositório do trabalho desenvolvido nos ciclos de boas práticas e apresenta documentação sobre administração educativa aplicada ao funcionamento das escolas.

Este espaço teve mais de 20 000 acessos aos vários tópicos: modelo de organização escolar, agrupamentos de escolas, contratos de autonomia, conselhos municipais de educação.

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A SRE convida…
‘Museu do Brinquedo da Madeira’

PASSATEMPO

Ganhe uma visita familiar ao Museu do Brinquedo…

O Museu da Brinquedo da Madeira – aberto desde 2003, na zona dos Barreiros, no Funchal – mudou de instalações para dar maior visibilidade e dinamismo à coleção de cerca de 20 000 peças portuguesas e estrangeiras, que vão desde soldadinhos de chumbo, a bonecas, miniaturas automóveis e peças de colecionismo, na sua maioria pertença de José Manuel Borges Pereira.

Inserido no Armazém do Mercado, um novo polo cultural e artístico da cidade do Funchal, o Museu do Brinquedo da Madeira foi pensado com o objetivo de desenvolver a sensibilidade das crianças e dos jovens, aguçando-lhes a imaginação e a curiosidade para o mundo imaginário do brinquedo e as suas ligações com o brincar ao longo dos anos. As visitas à exposição podem ser articuladas com o programa de atividades criativas.

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Correio eletrónico

Responda certo e leve a família ao Museu do Brinquedo!

DESAFIO

‘Diga-nos uma escola cujos alunos tenham visitado este Museu.’

Como participar:
CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO
1. Cada uma das duas primeiras respostas certas recebidas no endereço GIIP@madeira-edu.pt dará direito a uma entrada familiar (até quatro pessoas) no Museu do Brinquedo da Madeira.
2. O Museu do Brinquedo oferece ainda um conjunto de materiais temáticos de papelaria ao primeiro vencedor do passatempo.
3. A mesma pessoa só poderá responder por uma vez.
4. O nome e o telefone de contacto do respondente deverão ser enviados com a resposta.
5. Os momentos de entrega dos materiais e da visita serão registados para divulgação pública.

IMAGENS

[Fotografias sobre o Museu do Brinquedo da Madeira]

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Cartão Jovem Madeira

Página da DRJD com informação sobre as condições de adesão
 

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