SRE a marcar gerações  – março de 2015

Em cena com…
Festival de Teatro Escolar


FESTIVAL

XXIII Festival Regional de Teatro Escolar – Carlos Varela

[Videograma do festival em http://youtu.be/WFu5LtgEWdY]

De 2 a 5 de março de 2015, sete grupos escolares estiveram a concurso no XXIII Festival Regional de Teatro Escolar – Carlos Varela, organizado pelo grupo de teatro ‘O Moniz’, da Escola Secundária de Jaime Moniz (ESJM). Também marcaram presença quatro grupos convidados, pelo que, no total, participaram vinte e cinco professores/coordenadores de teatro.
Alunos e antigos alunos, professores, funcionários e pais contribuíram para o sucesso deste evento regional de Educação pela Arte. O público aderiu de forma notória e todas as sessões ficaram lotadas, excedendo os 120 lugares previstos por apresentação, tendo chegado a 145 presenças numa das sessões.

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Programa (PDF)

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Prémios
Prémio Carlos Varela
Grupo de Teatro da APEL

Melhor Texto
Grupo de Teatro da APEL

Melhor Encenação
Teatro EBS de Machico

Melhor Realização Plástica
Clube de Teatro O Moniz – Carlos Varela (ESJM)

Melhor Atriz
Francisca Oliveira – Grupo de Teatro da APEL

Melhor Ator
Luciano Pinto – Oficina de Teatro Corpus Versus (ESFF)

Menção Honrosa pela Interpretação
Fabiano Ferreira – Teatro EBS Machico

Menção Honrosa pela Animação em Palco
Núcleo de Teatro Calheta (EBS Calheta)
 
Menção Honrosa pela Figuração em Palco
Grupo – Voo à Fantasia (EBSPMA – Ribeira Brava)

Louvor Composição de Cena
Teatro Ovelhinha (EB123/PE Fajã da Ovelha)

Louvor pela Interpretação
João José – EB123 Bartolomeu Perestrelo

O cartaz do XXIII FRTE foi elaborado por João Nelson Brás, da turma 52 do 10.º ano, Curso Profissional de Técnico de Multimédia, sob orientação do professor de Artes Visuais, José António Gouveia, após seleção por votação pública.
 

FOTOGRAFIAS

Fotografias da autoria de António Freitas, Leonor Freitas e Micaela Martins

[Fotografias do Festival Regional de Teatro Escolar Carlos Varela]

 

SONS

“Saber divertir o público é a missão de todo o espetáculo! – Almada Negreiros

Faixa 1
Diretor Regional da Educação, João Estanqueiro
Presidente do Cons. Executivo da ESJM, Jorge Moreira de Sousa

Faixa 2
Responsáveis pelo Festival e pelo grupo de teatro ‘O Moniz’, Carla Martins e Micaela Martins
Mestre Paulo Camacho, em apoio à produção

Faixa 3
Alunos Beatriz Ferreira e Tomás Gomes do Grupo de Teatro ‘O Moniz’ (ESJM)

Faixa 4
Responsável pelo Clube de Dança DancEn?gma, Carla Rodrigues Excerto sonoro da peça «Lusco-fusco da consciência» (ESJM)

Faixa 5
Jurados: Ana Amaro Freitas, Maria Manuel, Diogo Correia Pinto, Duarte Rodrigues e (simplesmente) Mário

Faixa 6
Responsável pela Oficina de Teatro Corpus (ESFF), Nuno Ribeiro Aluno Luciano Pinto (ESFF)
Excerto sonoro da peça «Notícias FX» (ESFF)

Faixa 7
Responsável pelo Núcleo de Teatro Musical EBS Calheta, Almindo Fernandes
Aluno Pedro Silva (EBS Calheta)

Faixa 8
Excerto da peça «Pipicula Pimpinela: Uma no Cravo, outra na canela» (EBS Calheta)
 

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“Democracia na Escola e Estatuto do Aluno”
A voz de Carlos Alberto Gomes

PARA OUVIR

Entrevista com base no Estatuto do Aluno
A conferência recentemente proferida no Funchal por Carlos Alberto Gomes, do Instituto da Educação da Universidade do Minho, foi o pretexto para uma entrevista sobre a educação e a sociedade, o professor e o aluno, a gestão da sala de aula e a disciplina, a autoridade e a democracia.

«Na nossa sociedade, hoje há um excesso de regulamentação exatamente porque há um défice de educação, um défice de formação cívica e democrática.»


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« Perfil
Licenciado em Sociologia pelo ISCTE, desde 1983 na Universidade do Minho, doutorado em Sociologia da Educação, em 1998, com a tese Conflito e Cooperação na Escola Secundária Portuguesa: uma análise sociológica da interação na sala de aula, docente do Departamento de Ciências Sociais da Educação e investigador do Centro de Investigação em Educação do Instituto de Educação, ensina principalmente sociologia da educação e métodos de investigação qualitativa, tem feito muitas sessões de formação, em escolas, a convite de professores, pais e alunos, é autor de ‘Guerra e Paz na Sala de Aula de Aula’ (2009) e, em 2010, coautor de ‘Cidadania, Civismo e Indisciplina: investigação numa escola portuguesa’. Coordena, atualmente, o projeto ‘O Estatuto do Aluno em Ação: um estudo num agrupamento do Norte de Portugal’.

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« Os sons da entrevista

Faixa 1
– Relevância do Estatuto do Aluno
– Persuasão ou pressão

Faixa 2
– Complexidade social e conformidade
– Instrução versus socialização

Faixa 3
– Regulamentação e pós-modernidade
– Autonomia profissional do professor

Faixa 4
– Gestão na sala de aula
– Países liberais e autoridade

Faixa 5
– Cosmopolitismo, cultura e tradição
– Autoridade democrática



PARA LER

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Relevância do Estatuto do Aluno
«A principal relevância do Estatuto do Aluno é servir como referência ética, civilizacional, democrática e operacional, dando indicações e orientações muito claras para o modo como a escola deve estar organizada e deve funcionar em todas as suas dimensões – administrativas, pedagógicas, educativas – na área do ensino.»

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Persuasão ou pressão
«A ideia é, numa lógica educativa, levar as pessoas a respeitarem regras, valores, ideais, não por medo da punição, da penalização, do castigo, mas porque estão convencidas da sua razão de ser e da sua utilidade.»

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Instrução versus socialização
«É uma escola que deve dar (pelo menos) importância equivalente à dimensão de instrução, à dimensão cognitiva, de aprendizagens de matérias, de criação de profissionais, e portanto também ao lado da competição, dos resultados e importância – pelo menos – equivalente à componente de socialização, de formação do caráter e da personalidade.»

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Regulamentação ou desregulamentação
«Vivemos numa sociedade pós-moderna, em ambiente cultural pós-moderno. (…) E há uma recusa crescente para nós nos organizarmos e nos conduzirmos na escola e na vida, de acordo com certos valores públicos, valores historicamente construídos. (…) A regulamentação excessiva, de tudo e mais alguma coisa, significa o abdicar e o demitir-se do esforço educativo e é, claramente, um sinal de uma enorme derrota da educação na sociedade pós-moderna.»

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Autonomia profissional
«Há problemas do ponto de vista da formação dos professores, e, portanto, da ética profissional e da cultura profissional, mas, sobretudo, há uma cultura de profunda desconfiança que se observa em toda a história da política educativa em Portugal.»

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Gestão na sala de aula
«Devemos conseguir a atenção dos alunos, a participação, criando condições para novas estratégias pedagógicas, educativas, condições de trabalho, criando uma escola diferente e não uma escola massificada, fabril e febril; em que o que interessa é despejar matérias a uma audiência que recolhe os ensinamentos do professor de forma passiva. Isso não existe mais.»

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Educação e sociedade
«São os países liberais (…) que permitem uma maneira de estar, uma disposição, uma atitude muito mais aberta, mas que tem o contrapeso de ser muito mais difícil de gerir. Isto é, é mais difícil negociar, hoje, porque temos de negociar (não estávamos habituados) a atenção dos alunos.»

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Gerações e ideais
«Só é possível fazer um discurso articulado com os jovens, que faça sentido, se nós fizermos a ligação com o passado, a relação entre gerações. Não para impor um património cultural de forma acrítica, mas com abertura.»

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Autoridade democrática
«Também advogo aquilo que Miguel Esteves Cardoso advoga, que é de substituirmos o conceito de autoridade ¬– no sentido tradicional de imposição autoritária (…) – por uma autoridade democrática; e que seria democrática exatamente por substituir a ordem de comando unilateral, impositiva, coerciva e ameaçadora pela persuasão, pelo convencimento, pelo diálogo.»

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Regras, valores e ideais
«As regras não são arbitrárias, estão lá para defender valores e ideais, e só assim se justificam. Toda e qualquer regra da escola tem que ser passível de justificação racional, tem que se perceber a que valor, a que ideal, a que objetivo está ligada e que protege.»

Texto da entrevista (PDF)

 

SAIBA MAIS

Leitura de referência sobre o tema (PDF)
Gomes, Carlos Alberto (2013). Estatuto do Aluno, Educação e Democracia: uma perspectiva e algumas interrogações. in Revista Diversidades, nº 40, Região Autónoma da Madeira, Secretaria Regional, Direcção Regional da Educação da Madeira.

Estatuto do Aluno e Ética Escolar da Região Autónoma da Madeira

Estatuto do Aluno e Ética Escolar (diploma nacional)

Outras publicações sugeridas
Gomes, Carlos Alberto (1997). A Escola Segundo os Alunos. in Revista Educação, Sociedade e Culturas,nº7, pp, 157-186 (in Dossier Diálogos sobre o Vivido).
Gomes, Carlos Alberto (2008). Ética e justiça na avaliação: a fraude e o ‘copianço’ no processo ensino/aprendizagem. In Educação & Linguagem, Revista da Faculdade de Educação e Letras da Universidade Metodista de São Paulo, nº 17, Ano 11, pp. 147-159.
Gomes, Carlos Alberto (2009). Configurações Interactivas na Sala de Aula: conflito versus cooperação. in Revista Trajectos, nºs 13-14, Lisboa, ISCTE, Editora Fim de Século.
Gomes, Carlos Alberto (2009). Poder, Autoridade e Liderança Institucional na Escola e na Sala de Aula: perspectivas sociológicas clássicas. in Ensaio, nº 63, Vol. 17, Fundação Cesgranrio, São Paulo, Brasil.
Gomes, Carlos Alberto, Silva, Guilherme Rego & Silva, Daniela Vilaverde (2010). A indisciplina numa escola portuguesa: olhares da comunidade educativa. in Educação em Revista, Marília, Brasil, v.11, nº1, pp. 93-104.
Gomes, Carlos Alberto, Silva, Guilherme Rego & Silva, Daniela Vilaverde (2011). Educação Cívica e Formação Democrática na Escola Pública Portuguesa: Opiniões e Opções Educativas dos Professores. In Revista Tempora, 14, Dezembro de 2011, pp. 81-97, Revista da Universidad de La Laguna, Tenerife, Espanha.

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A SRE convida…
‘Festival da Canção’

IV Festival da Canção Infantojuvenil da Madeira

PASSATEMPO

Ganhe um convite duplo para o espetáculo…

O palco será pequeno para albergar o talento e o entusiasmo das crianças e jovens cantores participantes no IV Festival da Canção Infantojuvenil da Madeira (FCIJM), iniciativa da Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos. No dia 11 de abril de 2015, sábado, pelas 16 horas, o auditório do Centro de Congressos da Madeira (Casino) acolhe este evento a cargo da Direção Regional de Educação, pela sua Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia.
Pela primeira vez, o espetáculo será difundido via televisão por cabo, numa coprodução da Associação Regional de Educação Artística e da RTP Madeira, com o apoio de diversas entidades públicas e privadas.

Canções vencedoras em 2014
Infantil – “O Avô Campeão” (MP3)
Juvenil – “Janela de Esperança” (MP3)

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Bilhetes
Classificação: Maiores de 5 anos
Preço do bilhete: 15€
Menores de 18 anos e maiores de 65 anos: 12€
Pack AMIGOS (5 ou mais bilhetes): 10€ por bilhete
Vendas e reservas até 31 de março: 10€ por bilhete

Os bilhetes estão à venda na sede da DSEAM (Travessa do Nogueira, n.º 11), Loja do Cidadão (balcão da SRE) e Centro de Congressos (no dia do evento, uma hora antes do início do mesmo).

Responda certo e vá ao Festival com um amigo!

QUESTÃO

‘Como se chamavam os intérpretes das canções vencedoras do FCIJM em 2014?’

Como participar:
CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO
1. A primeira resposta certa recebida no endereço GIIP@madeira-edu.pt dá direito a um convite duplo para o FCIJM de 2015.
2. A mesma pessoa só poderá responder por uma vez.
3. O nome e o telefone de contacto do respondente deverão ser enviados com a resposta.
4. O momento de entrega da publicação será registado para divulgação pública.
 

CANÇÕES

Categoria Infantil
1. UMA CANÇÃO ACTUAL – Joana Raquel Barros Pontes
(letra e música de Leandro Costa)
2. VIVA O ANDRÉ – João Filipe Umbelino Caires
(letra de Victor Caires & Carolina Caires e música de Carolina Caires)
3. NA TELA DA IMAGINAÇÃO – Ana Isabel Freitas Camacho
(letra de Adriana Faria & Vânia Frias e música de Márcio Faria & João Frias)
4. EU QUERO É CHEGAR A SÁBADO – António Duarte Spínola Martins (letra de Ana Spínola e música de Nélio Martins)
5. JÓIA DE CRISTAL – Clara Isabel Caldeira Vieira
(letra de José Carlos Mota e música de João Caldeira)
6. PAIZINHO – Tiago de Abreu Candelária
(letra de Francisco Caldeira e música de Ricardo Correia)
7. GINASTICAR – Beatriz Brito Martinho
(letra e música de Carolina Caires)

Categoria Juvenil
1. A MAGIA DE ACREDITAR – Beatriz Conduto Santos Caboz
(letra de António Castro e música de Sidónio Pestana)
2. UM CAMINHO POR AÍ – Diana Natália Jardim Quintal
(letra de Noémi Reis e música de Maria João Caires)
3. O MEU MUNDO SEM PAREDES – João Gonçalo Santos Freitas
(letra de André Fernandes da Cunha e música de André Fernandes da Cunha & Hugo João Silva)
4. SER JOVEM – Marta Gouveia Henriques
(letra de Carina Freitas e música de Sidónio Pestana)
5. MÁGICA CANÇÃO – Ana Daniel Ferreira Marques
(letra de António Castro e música de Maria Ferreira)
6. LUZ DO OLHAR – Sofia Leonor Correia Almeida
(letra de Noémi Reis e música de Gonçalo Caboz)

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Plataforma digital do programa Jovem em Formação

Inscrições no mês de abril de 2015

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